COLUNA VITOR: Por que precisamos da experiência?

Por Sem Comentarios
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Grande parte das questões de nossas vidas exige um tipo de conhecimento já adquirido em outrora para ser resolvida, um conhecimento que ao meu ver não pode ser inato, é preciso que se aprenda ele na interação com o meio, caso contrário não é experiência. Experiência é a memória do que se aprendeu experimentando.

Velhos, longínquos no tempo, os idosos nos afirmam suas experiências, além dos adultos na faixa que compreendem o espaço entre os 25 e 40 anos, estes têm filhos, trabalham, estudam e já viveram momentos e situações que lhes trouxeram uma espécie de poder de previsão. A experiência, quando presente, nos faz olhar para uma dada situação e perceber seu desfecho, não por adivinhação, é que muita coisa na vida, mesmo que imprevisível, se repete, se reproduz como uma ferramenta continuamente usada na busca por moldar momentos e pessoas.

Aqueles que têm a sorte de viver situações semelhantes mais de uma vez, pode olhá-las diferente, é o olhar de quem já experimentou e conhece, mesmo que a grosso modo, o resultado. A experiência está na base de muitos processos, ela formaliza a educação, formaliza a ação, formaliza o trauma, proporciona alegria, etc. A construção da vida, rodeada de seus adereços, como personalidade, relacionamentos e moral, exigem a ciência do experimento existencial, isto é, a experiência. Conclui-se, portanto, que viver é experimentar. Não se despreza experiência, esta é um elemento puro, sensato, é o presente dado por Deus para nos livrar da desgraça daquilo que desconhecemos, porque se conhecemos nossa derrocada, experimentamos e se experimentamos sem morte, evitaremos o dito cujo posteriormente.

Há ainda, um jeito menos doloroso pelo qual a experiência pode nos salvar, é quando ela está externa nós, nas palavras de quem nos ama e isso não preciso exemplificar, você já sabe como acontece. Experiência não se inventa, não se pode usurpá-la, não se finge. As pessoas mais propícias as desgraças da vida, são aquelas que se restringem ao próprio mundinho de auto suficiência, pensam conhecer tudo e ignoram a experiência, ou a necessidade dela, pois vivem sem experimentar. Quem não experimenta, não prova!

Os que ignoram a experiência estão alienados a convicções infundadas e profanas que
arrastam o ser humano ao inferno da dor e confusão. Não vivem, apanham!



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